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Poucos, mas bons?

Com que frequência você vê seus amigos? Eles são poucos, mas bons? São muitos e superficiais? São especiais? Com que frequência você vê os seus amigos?

Eu vejo meu melhor amigo todos os dias. Não porque ele tem tempo, porque decidi dividir a vida com ele. Amigos são uma espécie de tempero. Combinam com gastronomias específicas, e claro, alguns combinam com todas.

Uma das coisas que noto serem mais importantes na vida de quem busca aquela mágica “qualidade de vida” é um tempo para exercer seu amor fraterno. A cabala dirá que precisamos investir tempo e dinheiro nessa área da vida para sermos prósperos. Só que às vezes, na maioria das vezes, requer esforço e disponibilidade.

Posso contar que nem sempre estou no “mood” de ver meus outros amigos, de confraternizar, de fazer festa ou até mesmo de apenas um “café”. E às vezes vou porque vai me fazer bem.

Amigos são como remédios ou até mesmo investimentos, tem um preço e cada um deles tem um tipo de resultado ou de retorno. Não que eu pense nos meus amigos de forma utilitária, não é isso, mas cada um se dispõe a um tipo de atividade diferente.

Quer um exemplo?! Eu gosto de acampar, nem todos os meus amigos gostam, logo se saímos para um camping, chamamos aqueles que sabemos que gostam de acampar. Eu sei que você deve estar pensando, e se aquele amigo quiser experimentar a tal atividade… bem, ele tem voz, e precisa aprender a falar.

Quando temos amigos, precisamos aprender que eles têm amigos também. Não somos a única fonte de amizade, nem a única solução, nem a única resposta. A PNL me ensinou que todos tem recursos, só que às vezes a gente esquece disso, e acaba fazendo mais do que deve, e acaba se frustrando quando nota que a outra pessoa não nos prioriza como a priorizamos. Porque isso acontece? Porque criamos expectativas para tudo, principalmente para pessoas.

Amigos são uma pauta e tanto… E tem tantas histórias para contar… Preserve, conserve, trabalhe para manter os seus, e sempre que possível agregue novos ao seu repertório. Boas amizades nunca são demais, mesmo que poucas e boas!